terça-feira, 4 de setembro de 2018

Eu gosto muito dos raros momentos onde todas as minhas aflições perdem o significado.
 Mesmo que só por alguns minutos, é como se eu me transportasse pra dimensão do Kamui, ou que o tempo passasse muito devagar, como no Tsukuyomi do Itachi. Como se o meu Eu se desvirtuasse do mundo material e algo me separasse dessa dimensão tempo-espaço. É muito bom.
 Ontem choveu. Peguei meu fone, fui pra janela e ouvi umas musiquinhas. Fiquei feliz com a minha companhia. Tive um vislumbre do entendimento sobre tópicos muito importantes, como por exemplo, aprender a apreciar a própria solidão e entender o que é estar vivo.
 Penso tanto sobre a morte porque ainda não compreendi que estou vivo...

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