quarta-feira, 13 de novembro de 2019

Ontem eu aprendi #6

IMPORTANTE DIZER QUE EU SÓ FUI CAPAZ DE SINTETIZAR O QUE APRENDI ONTEM, DIA 12, HOJE, DIA 13/11/2019. TECNICAMENTE, ONTEM EU NÃO APRENDI NADA!

 O estresse tem marcado uma presença constante no meu dia a dia. Somado a isso, u tive um dia relativamente improdutivo ontem e esqueci completamente de escrever o que aprendi aqui. Contudo, verdade seja dita, ontem foi um dia de poucos aprendizados.


SIM, O ENEM AINDA ESTÁ NA MINHA CABEÇA E EU TÔ TENTANDO ESCREVER USANDO AS COISAS DA REDAÇÃO, SACA??



 Em primeiro lugar, o meu conhecimento sobre resistência à insulina (RI) foi reforçado, pois agora eu sei que a RI é uma condição onde as células do corpo não respondem normalmente à insulina produzida pelo pâncreas. Desse modo, faz-se necessário que o pâncreas produza mais insulina a fim de que o mesmo efeito seja atingido. (É importante dizer que, entre outras coisas, a insulina é responsável pelo controle da entrada de glicose nas células. Como se as células fossem casas e a insulina tivesse as chaves e, por consequência, o acesso à todas essas casas.)
 Além disso, a glicose não consegue adentrar nas células com a mesma facilidade e, com o passar do tempo, quando o pâncreas torna-se incapaz de manter a produção elevada de insulina, a glicose passa a se acumular no sangue.
[Importante dizer que para escrever os parágrafos acima, eu tive que "colar" do ebook de onde originalmente vi essas informações]

 Ademais, li sobre Carl Rogers, psicólogo estadunidense que argumentava que as pessoas não sabem ouvir. Nas palavras do mesmo, "A grande maioria de nós não sabe escutar; sentimo-nos obrigados a julgar, pois escutar é perigoso. O primeiro requisito é a coragem e nem sempre a temos". A fim de ajudar quem estivesse disposto a aprender a ouvir, (sinto que essa frase está mal formulada ou 'feia') o psicólogo sugeriu que, em uma discussão, "cada pessoa só pode falar quando repetir com precisão as ideias e os sentimentos da pessoa que falou antes e quando a que falou antes estivesse satisfeita".
 Carl Rogers dizia que o ato de ouvir e entender uma outra pessoa estimulava a transformação, pois tal feito requeria que o ouvinte estivesse "disposto a entrar no mundo particular de outro", e que o risco da mudança "é uma das perspectivas mais assustadoras que podemos enfrentar". (Por isso, segundo o mesmo, o primeiro requisito para ouvir alguém é a coragem.)



É isso. Esse "eu aprendi" foi bem menos orgânico do que os outros. Precisei consultar os materiais fontes diversas vezes. Foi trabalhoso mas eu gostei! Espero poder continuar fazendo isso de forma orgânica, pois a de hoje pareceu muito que eu estava 'colando', sabe? Tchau!

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